ESTUDO | Do TCO à experiência do motorista: verdades incômodas e decisões chave na gestão de frotas na Espanha

  • 10 de Junho, 2026

A digitalização avança, mas nem sempre resolve o momento crítico. A sustentabilidade é prioritária, mas sua implantação depende da operação. A externalização ajuda, mas exige uma frota bem estruturada. E a figura do gestor de frota, embora cada vez mais estratégica, nem sempre existe como papel formal dentro das organizações: em muitos casos, a gestão recai parcialmente em áreas financeiras, administrativas, de compras, operações ou serviços gerais.

O capítulo mais revelador do relatório, “Verdades incômodas na gestão de frotas”, aborda essas fricções que raramente aparecem nos discursos setoriais, mas que explicam boa parte da complexidade real: menos controle sobre a cadeia de pós-venda, dados incompletos, dependência de terceiros, dificuldades para garantir veículo de substituição, pressão crescente para relatórios e uma operação que não pode se dar ao luxo de parar.

O estudo confirma que o grande desafio não é incorporar mais ferramentas, mas sim fazer com que a frota funcione melhor: com informações confiáveis, tempos de resposta claros, menor carga operacional e uma coordenação mais eficaz entre gestores, motoristas, oficinas, fornecedores, seguradoras e plataformas.

Se você está interessado em saber o que os gestores de frotas dizem, pode solicitar o estudo aqui:
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