Retos e tendências do setor segurador a debate no Mobius Group

Retos e tendências do setor segurador a debate no Mobius Group
  • 5 de Novembro, 2021

Serviços de voz, RPA’s, uso massivo de dados, pegada de carbono, modelos híbridos digitais/presenciais, experiência do cliente, transformação interna, novas normativas, mudança climática, gestão de rejeições e sinistros, IA, Big Data… O Advisory Board do Mobius Group se reúne para analisar desafios e tendências do setor segurador.

Veter, 4 de novembro de 2021 – São membros do Advisory Board do Mobius Group e fazem parte da história do setor segurador espanhol, não apenas por sua trajetória impecável, mas pelos níveis de excelência alcançados em suas respectivas companhias. Juan Hormaechea (ex Diretor Geral da Mutua Madrileña); Jordi Pagés (CEO da WeeCover); José Boada (Presidente da Fundação Pelayo); Maria Dolores Pescador (Presidente Executiva da Logalty) e Julián López Zaballos (ex CEO da Zurich) debateram ao lado de José Piñera (presidente do Mobius Group); Fernando Pérez Granero (CEO do Mobius); e Héctor Izquierdo (CEO da Invarat e GarantiPlus) sobre o presente e o futuro mais imediato do setor.

Tendências e desafios foi o tema de um debate que deixou declarações importantes da voz da experiência que representa o Advisory Board do Mobius Group. Durante a jornada, assistiram a uma demonstração ao vivo de como funciona a Inteligência Artificial desenvolvida pelo Mobius Group (CatView), uma solução que neste momento se destaca pela sua rapidez e nível de precisão.

Principais desafios do setor

“O seguro demonstrou, como em todas as crises, sua resiliência”, confirma Juan Hormaechea. “Agora, no período de recuperação, o desafio continua sendo a profundização em uma experiência do cliente eficiente e satisfatória baseada na digitalização da interação com processos eficientes end to end.”

José Boada, presidente da Fundação Pelayo, considera que “o principal desafio das seguradoras é a transformação tecnológica, respondendo ao que o cliente espera delas nesta era digital.”

Por sua parte, Julián López Zaballos opina que “A pandemia gerou ansiedade em praticamente todo o mundo, o que fez com que os consumidores aumentassem o interesse por novas e melhores proteções. A sensação de que não estamos bem protegidos é uma realidade e o primeiro desafio do seguro é dar uma resposta eficaz e eficiente a essa necessidade”.

Maria Dolores Pescador destaca que “nesta nova normalidade em que nos encontramos, não há dúvida de que a transformação de processos e a digitalização são prioridades claras para todo tipo de empresas, grandes e pequenas. Assim o demonstra o estudo realizado pela KPMG e a CEOE. Podemos dizer que pela primeira vez, a transformação interna está à frente do desenvolvimento de produtos e serviços.”

Três são os desafios apontados por Jordi Pagés: “Principalmente adaptar-se às novas necessidades derivadas do surgimento de novos modelos de negócios digitais e da aplicação das novas tecnologias aos seus processos. Adequar seu modelo de negócio em conjunto com as consequências da mudança climática; e incorporar o talento necessário para realizar essa transformação de forma ágil e adequada.”

Tendências não isentas de complicações

“A tendência principal é a incorporação à proposta de valor de serviços não seguradores diferenciais e de valor agregado. A digitalização habilita a possibilidade de inserir na cadeia de valor seguradora soluções externas à própria entidade. Existem outras tendências como os serviços por voz, RPA’s, uso massivo de dados, pegada de carbono, uso de RRSS com elementos técnico-asseguradores e os modelos híbridos digitais/presenciais” são as tendências que destaca Juan Hormaechea.

Por sua vez, e não tanto como tendência, mas sim como exigência, Julián López Zaballos destaca “as normativas em matéria ambiental, social e de governança (ASG). As seguradoras devem demonstrar que possuem e promovem esses grandes valores e não apenas grandes produtos”. Além disso, destaca três grandes áreas de preocupação: como dar resposta às necessidades de proteção do ciber risco; o risco demográfico da nossa sociedade e suas implicações na poupança e na previdência; e, sem dúvida alguma, a mudança climática e como o seguro pode ajudar a minimizar seus impactos”. López Zaballos considera que são situações duras, mas que sempre “o setor tem saído fortalecido”.

Mobius Group no setor segurador: lar e automóvel

Sobre a possibilidade de trabalhar com terceiros, no debate surgiu a dupla tendência de ter um interlocutor único ou vários, dependendo dos diferentes processos, confirmando a experiência da Mobius em ambas as situações. Tanto nos escritórios da Mobius em Madrid e Zaragoza, como nas empresas do grupo Wolly, GarantiPlus e Invarat, o trabalho com grandes seguradoras é intenso, embora haja margem para aumentar a colaboração tanto em nível de serviços como tecnológico. De fato, a flexibilidade do Mobius Group ao digitalizar e criar soluções sob medida para um grande processo ou para uma oportunidade específica, a tecnologia “por partes ou como um todo”, é um valor acrescentado que as seguradoras podem considerar, de acordo com todos os assistentes na reunião.

María Dolores Pescador considera que “o crescimento e até a sobrevivência das entidades não vai depender tanto do tamanho, como pensávamos até agora, mas sim da sua agilidade. E neste novo ambiente, o Mobius Group demonstrou a sua capacidade de aportar soluções para a gestão de sinistros das companhias. Isso permitiu acelerar o processo de transformação em que estão envolvidos.”

López Zaballos acredita firmemente que é a capacidade de inovar e a experiência em serviços de gestão de frotas de veículos e atendimento domiciliar que diferencia a tecnologia transformadora do Mobius Group. “Para mim, o exemplo da gestão de frotas, a aplicação da tecnologia desenvolvida para diferentes partes da cadeia de valor, e o que o Grupo Mobius está fazendo através da Wolly na gestão de rejeições e sinistros de casa e auto, demonstra como a experiência do cliente, a fidelização e a rentabilidade do processo podem ser melhoradas.”

Para Jordi Pagés, “as companhias estão cada vez mais abertas ao uso de tecnologia de terceiros que lhes permita acelerar esse mudança. Desenvolvimentos tecnológicos de plataformas de uso em mobilidade e na gestão de rejeições e sinistros são uma boa alavanca para acelerar essa transformação. É aí que a tecnologia e a experiência na gestão de serviços do Mobius Group têm um enorme valor agregado”. Recentemente, a WeeCover e a GarantiPlus projetaram a primeira garantia com seguro de hospitalização.

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